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Acessibilidade NBR 9050:

“O primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação”. - Oscar Wilde.

O início da inclusão social no Brasil

Desde as civilizações medievais até os povos indígenas mais recentes, existia uma cultura de exclusão e abandono de crianças que possuíam algum tipo de deficiência. Elas eram entendidas como um mau sinal, vindo de um castigo dos deuses ou de forças superiores. Embora ainda haja muito preconceito acerca dessa minoria, há no Brasil ações que buscam a inclusão dos deficientes na sociedade, visto que o número de pessoas com algum tipo de deficiência ultrapassa populações inteiras de países como Chile e Holanda.

Em uma primeira análise, percebe-se que o esporte é um excelente método inclusivo. Prova disso é a excelente campanha histórica da delegação brasileira nos Jogos Paraolímpicos de Londres em 2012, em que foram conquistadas 21 medalhas de ouro, desempenho sete vezes melhor em comparação às conquistas nas Olimpíadas.

Quando a gente pensa em acessibilidade, a primeira coisa que vem à cabeça é uma rampa de entrada para cadeirantes. Mas o que é acessibilidade? O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, na página 52, apresenta a seguinte definição: “qualidade ou caráter do que é acessível; facilidade na aproximação, no tratamento ou na aquisição”. Mas será só isso? Vamos ver o que diz a lei: segundo o decreto número 5.296, de 2 de dezembro de 2004, acessibilidade é “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Em outras palavras, acessibilidade é uma mulher grávida conseguir embarcar no ônibus (e passar pela roleta) sem nenhuma dificuldade; acessibilidade é uma pessoa obesa poder sentar-se confortavelmente na poltrona do avião. É um anão que encontra um balcão de bilheteria da sua altura, na hora de ir ao teatro. Acessibilidade é um cego que cruza a rua sozinho, porque o semáforo emite um sinal sonoro, avisando que pode atravessá-la; é uma criança surda ter à disposição intérpretes de Libras na escola pública. É um cadeirante que pode se locomover por conta própria, numa cidade sem buracos nem obstáculos. Enfim, acessibilidade é a garantia plena do direito de ir e vir – e permanecer.
Em resumo, é um direito de todos, e para todos. Acontece que algumas pessoas dependem mais desse direito do que outras.

Em hotéis e pousadas: O hotel ou pousada dispõe de vagas reservadas para pessoas com deficiência? Tem manobrista? Rampas de acesso? Piso nivelado? Balcão de atendimento rebaixado? Telefones públicos rebaixados, e para surdos? Os elevadores têm sinalização em Braille e orientação sonora? Há banheiros adaptados, com barras de apoio, nas áreas comuns? O hotel tem apartamentos adaptados? A porta é mais larga (mínimo de 80 centímetros)? Tem olho-mágico rebaixado? Espaço de circulação? Armário com porta de correr e cabide rebaixado? Telefone para surdos? Cardápio e sinalização de emergência impressos em braille? Banheiro com pia rebaixada, espelho inclinado, barras de apoio junto ao vaso e no chuveiro?

Em bares e restaurantes: O bar ou restaurante tem manobrista, ou vagas reservadas para pessoas com deficiência no estacionamento? A entrada para o salão é feita por rampas de acesso? Existe bom espaço de circulação, ou as mesas ficam muito juntas? O bar restaurante tem cardápio em Braille? O bar ou restaurante tem banheiros adaptados, com sinalização, barras de apoio e bom espaço de manobra? Para quem possui movimento das pernas, é fácil levantar uma delas e transpor um desnível. Já para cadeirantes, subir a calçada requer a ajuda dos braços e pode ser um grande esforço. Por isso, é fundamental que haja guias rebaixadas, facilitando a vida não só de pessoas em cadeira de rodas, mas também de mães empurrando carrinhos de bebê e idosos com restrições de locomoção. Outro recurso eficaz é o piso podotátil. Dependendo do padrão de textura do piso, a pessoa cega sabe que pode seguir em frente, ou tem de tomar cuidado com algum obstáculo.

Enfim, a WB Engenharia tem como dever e compromisso desenvolver um dos projetos mais bem elaborados, visando o benefício do PCD (Portador de Deficiência Física), sejam em Escolas municipais, Estaduais e Federais, Faculdades particulares e Federais, Hospitais, Clínicas, Indústrias, Supermercados, Postos de Combustíveis, e muitos outros.

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